quarta-feira, março 21, 2007

"Encontro Ibérico de Montanhismo" na Serra da Gardunha, de 23 a 25 de Março


A Associação de Montanhismo do Fundão – Gardunha Viva promove, entre sexta-feira e domingo (dia 23 a 25 de Março), 0 Encontro Ibérico de Montanhismo. São esperados participantes portugueses e espanhóis, adeptos do montanhismo e do pedestrianismo.

O Encontro Ibérico de Montanhismo está inserido no Calendário Nacional de Actividades de Montanha da Federação Portuguesa de Montanhismo e Escalada (FPME). Com duração de três dias, a organização, que conta com a parceria da empresa municipal Fundão Turismo, propõe as mais diversas actividades de lazer.

É para o último dia da concentração que está agendada a XI Travessia da Gardunha. A saída será às 8h30 da Praça do Município, passando pela aldeia de Alcongosta e fazendo uma pausa na Casa do Guarda, a 920 metros de altitude. Daí segue-se para Louriçal do Campo (no concelho de Castelo Branco), onde termina a travessia, com o almoço a ser servido às 13h

Antes, no primeiro dia, e para assinalar a recepção aos participantes, a Gardunha Viva propõe o visionamento do filme “Everest”, de MacGillivray Freeman. Já no sábado, o dia será preenchido com um passeio pedestre por “veredas e caminhos há muito abandonados”, entre a Aldeia do Barco (concelho da Covilhã) e Silvares. Após o jantar convívio, há o “Baile da Bota Beiroa”, pelo Grupo de Música Tradicional “Gardunhaviva”.


Programa:

Sexta-feira - 23
18h - Abertura do Secretariado no Parque de Campismo “FUNDATUR” - Recepção aos Participantes
21h30 - Filme “Everest”de MacGillivray Freeman (45´)
23h - Silêncio


Sábado - 24
8h30 - Saída em Autocarro para a aldeia do Barco
9h30 - Início do Passeio Pedestre “Pelas Margens do Rio Zêzere”
12H30 - Chegada a Silvares
13h - Almoço Convívio
15h - Regresso em Autocarro para o Fundão
16h -Jogos Tradicionais
19h - Jantar Ibérico “Traz do teu e come de todos”
20h30 -Cerimónia de entrega de lembranças aos Clubes representados
21h30 - “Baile da Bota Beiroa”
23h - Silêncio


Domingo -25
8h - Concentração na Praça do Município do Fundão
Escolha do Percurso:
Marcha curta: Casa do Guarda de Alcongosta > Louriçal do Campo
Marcha longa: Fundão > Louriçal do Campo
8h30 - Inicio da “XI Travessia da Gardunha
10h - Reforço alimentar na Casa Florestal de Alcongosta
13h - Chegada ao Louriçal do Campo
13h30 - Almoço
15h - Regresso em Autocarro para o Fundão
18h - Encerramento da Actividade


Mais informações e inscrições:
Gardunha Viva - Associação de Montanhismo do Fundão
Apartado 171
6230-909 Fundão
Telef./Fax: 275 772 082
Tm.: 967 994 352 - 966 508 033 - 966 272 132
E-mail: inscricoes [arroba] gardunhaviva.com


Fonte do texto e imagem: Gardunha Viva - Associação de Montanhismo do Fundão

terça-feira, março 13, 2007

Curso de Iniciação ao Montanhismo - Amigos da Montanha - 14,17,18,21,24,25 e 28 Março.


Curso de Iniciação ao Montanhismo


Calendário - 14, 17, 18, 21, 24, 25 e 28 Março

Organização: Secção de Montanha da associação "Amigos da Montanha"

Contactos da Secção:
David Ferreira (Dir. Geral) - tlm 93 44 16 122
Pedro Alves (Coord. Técnico ) - tlm 91 82 06 082
Carlos Peixoto (Dir. Técnico de Alpinismo) - tlm 96 36 71 241

Mail: montanhismo [arroba] amigosdamontanha.com

Ascensão ao Kilimanjaro de pessoal do nuorte!

Parabéns ao pessoal pela ascensão ao Kilimanjaro e ao excelente relato.

E acrescidos parabéns pela notável acção de Solidariedade no Quénia

E foi graças a vós que me lembrei que o Baden-Powell está sepultado no Quénia (este ano que o Escutismo perfaz 100 anos)

"O fundador do movimento escutista, Lord Baden-Powell, escolheu o Quenia para viver os ultimos 3 anos da sua vida, depois de por cá ter passado anteriormente.
[...]
Estamos (ainda) em Nyeri, uma cidade/aldeia a 165Km de Nairobi, local onde Baden Powell repousa [faleceu em 1941]. Ficamos admirados com a simplicidade do que remanesce da passagem do lider mundial por cá. Um simples museu, que mais nao é do que o espaco da casa onde ele viveu mais a mulher, uma sala e o quarto com uma casa de banho enorme.[...]"


No 1º trimestre de 1941 faleceram três britânicos que admiro muito: James Joyce, Virgínia Woolf e Baden Powell. Aliás, Joyce e Woolf até tinham a mesma idade.
(Britânicos refiro-me a ilhas britânicas, pois Joyce era irlandês)

quinta-feira, março 08, 2007

Dois novos e excelentes sitios de montanhismo

Parabéns ao Kata, director técnico da Secção de Montanha da associação "Amigos da Montanha" pelo seu novo website.

Neste website podemos ler um pormenorizado relato da expedição dos Amigos da Montanha ao Aconcágua (por ele empreendida mais cinco membros - Peixoto, Augusto, Abílio, Valdemar e Valeriano) entre 25 de Dezembro de 2006 e 17 de Janeiro de 2007 , coroada de 100% de êxito. Um relato muito interessante e com notáveis fotografias.


Igualmente grande destaque ao espaço Adjama do Carlos Cadinha, também membro da Secção de Montanha da associação "Amigos da Montanha", onde podemos encontrar muitas admiráveis fotos das suas múltiplas actividades a nível de montanhismo, mas também de BTT. No blog deste espaço podemos também ler algumas reflexões suas num tom mais pessoal.

Pela rápida aprovação da "Carta de las Montañas"!

Vídeo pertinente produzido pelos Ecologistas en Acción para promover a aprovação da "Carta de las Montañas", que continua à espera de ser ratificada desde 2002 (Ano Internacional da Montanha)



Visto no Cântaro Zangado


quarta-feira, março 07, 2007

Director do Parque Natural da Serra da Estrela a favor de medidas de condicionamento de tráfego no acesso ao maciço central e Torre

"O director do Parque Natural da Serra da Estrela mostra-se favorável à introdução de medidas que possibilitem o condicionamento de tráfego no acesso ao maciço central e à Torre. Ainda no último domingo de Carnaval, centenas de automóveis subiram ao ponto mais alto de Portugal continental, formando filas com vários quilómetros de extensão que em nada ajudam à preservação ambiental daquela área protegida.

A criação de dois «grandes parques de estacionamento» na Lagoa Comprida e nos Piornos seriam uma «boa solução que evitaria os congestionamentos», defende Fernando Matos. «Subiriam 50 e sabiam que só lá podiam estar duas horas, por exemplo. Só voltariam a subir mais quando esses descessem», exemplifica. A implementação de "mini-autocarros" ecológicos ou mesmo a instalação de teleféricos na ligação da Torre com as Penhas da Saúde, Lagoa Comprida e Alvoco da Serra poderiam ser alternativas válidas.

Contudo, para implementar esta solução que a Turistrela pretende levar a cabo, o director do PNSE realça que «primeiro tem que ser feito um estudo de impacto ambiental». Para o engenheiro, o turismo na Serra constitui o seu «maior potencial» mas, simultaneamente, um dos seus «maiores problemas». Por isso terá que haver «um planeamento e maneiras de ordenar e de condicionar o trânsito, porque as pessoas param e deixam detritos em todo o lado», lamenta. «Temos que pensar que a Serra não é só neve. A Estrela tem um enorme potencial em termos históricos, de património, de trilhos e de gastronomia», que, devidamente explorados, podem fazer com que «deixemos de ter um turismo sazonal para passar a ser em todo o ano», garante.

Sem condições para avaliar o número de visitantes que a Serra regista anual ou mensalmente, Fernando Matos recorda uma contagem feita pela Direcção de Estradas da Guarda, cujos painéis de contagem de tráfego registaram cerca de dois milhões de pessoas num período entre Outubro e Abril de 2004 e a tendência era para um «aumento progressivo», afirma.

Porém, apesar da poluição ambiental provocada pelos automóveis e as alterações climatéricas que estão a afectar a Terra, por enquanto «não há» espécies em risco de extinção na fauna e na flora local. Más há algumas espécies que sofreram um decréscimo nos últimos anos, muito por culpa dos grandes incêndios que afectaram o parque natural. Para ajudar a inverter esta tendência, há espécies que os técnicos do PNSE estão «a seguir e a monotorizar» com vista à sua recuperação. O teixo foi uma das espécies que «mais sofreu». Trata-se de uma árvore que «demora muitos anos a crescer e de que ficaram muito poucos exemplares», alerta, havendo «habitats que sofreram mais que outros». Em relação aos animais, cuja monitorização «é mais difícil de fazer», os incêndios foram problemáticos mas «vêm recuperando», salienta. Nesse sentido, «não notámos que tivesse havido um défice acentuado de nenhuma espécie. Houve foi uma alteração de alguns habitats», indica.

Aliás, «recuperar os habitats é a prioridade. Só com essas medidas é que a floresta renovará e os animais voltarão aos habitats que tinham antes. Isto está a ser feito», assegura Fernando Matos, indicando que já foi aprovada uma candidatura ao Programa Operacional do Ambiente no valor de 700 mil euros com vista à recuperação da fauna e da flora na área do PNSE. A preparação da época de incêndios já começou no terreno, em Janeiro, com «a redução da matéria combustível», ao mesmo tempo que se continua o trabalho de «recuperação de algumas áreas ardidas. Há muito tempo que digo que a época de incêndios é todo o ano», sublinha."

Fonte: O Interior - 22-2-007


Ler as opiniões (post 1, post 2) sobre este assunto de Luis José Amoreira no Cântaro Zangado